Integrantes


Yves Passarell nasceu em São Paulo em 8 de fevereiro de 1969. Começou a tocar guitarra aos 14 anos, sendo 
apoiado por sua mãe que era professora de música e lhe deu as primeiras aulas sobre notas musicais. Fez sua primeira apresentação no Colégio Rio Branco, em 1984. Com seu irmão mais velho, Pit Passarell, formou a banda Viper em 
1985, tocando em vários países do mundo (Alemanha, Áustria, Japão e todo o Brasil). Yves tem um livro publicado chamado "Temporada na estrada" e é torcedor fanático do Palmeiras. Curte Red Hot Chilli Peppers, Depeche Mode, AC/DC, Black Sabbath e no Brasil os Raimundos e o Rappa. Em 2002, se tornou o novo guitarrista do Capital, 
após a saída de Loro Jones. 

 


Nome: Flávio Miguel Villar de Lemos 


Nome Artistico: Flávio Lemos 
Flávio Lemos aparenta ser o mais sério de todos os integrantes do Capital Inicial e o mais 
concentrado de todos quando toca ao vivo. Flávio é o criador, junto com Renato Russo, de um dos maiores sucessos do Capital Inicial: o hit Fátima. Flávio junto com o seu irmão Fê passaram uma temporada na Inglaterra, vivendo em Leisester, a 200 Km de Londres. E foi lá na Inglaterra que ele descobriu o movimento "Punk" bem no auge do movimento. Flávio estudou piano e vivia tentando convencer sua professora a incluir músicas novas ao seu repertório clássico. Mas ele abandonou os teclados quando Fê e Renato Russo perguntaram se ele queria tocar baixo no Aborto Elétrico.Flávio decidiu largar a faculdade de Física no segundo ano para ser músico.Flávio gosta de ler (adora 
literatura de ficção científica), mergulhar e fotografar. 
 


Nome: Antônio Felipe Villar de Lemos 


Nome Artistico: Fê Lemos 
Fê Lemos nasceu no Rio de Janeiro em 18/06/62.Morou na Capital Federal durante nove anos e 
mudou com a família para a Inglaterra. O pai faria um curso de Biblioteconomia em Leisester, a 
200 km de Londres. Lá, tanto Fê como Flávio descobriram o punk rock em 78, na Europa, quando o mundo inteiro começava a conhecer o estilo. 
Fê começou a tocar bateria para impressionar uma garota, irmã de um baterista. Resultado: ganhou 
a menina e o irmão dela ainda lhe deu umas dicas sobre o instrumento. 
Segundo Fê, a primeira 'intervenção' do Aborto Elétrico foi numa lanchonete, em 1980, num centro comercial brasiliense. Para ele, o que os punks faziam era tão inusitado que nem podia ser chamado 
de show. 
Fê, por sua vez, parou de estudar e o pai cortou a mesada. Trabalhou três meses num banco, mas
 não aguentou e seguiu oirmão. Foi o maior caos na família, mas hoje em dia eles são fãs dos filhos. 
Fê curte compor música eletrônica no seu computador Macintosh. 


Nome: Fernando  Ouro Preto 


Nome Artistico: Dinho Ouro Preto
O vocalista do Capital Inicial nasceu em Curitiba (PR), em 27/04/64. Dinho foi criado em Washington (EUA), Viena (Áustria) e Genebra (Suíça). Filho de diplomata, tataraneto do Visconde de Ouro Preto, 
veio morar no Brasil aos 16 anos, na época da ditadura, quando a tribo punk começava a invadir as 
ruas de Brasília. Ao se formar, Dinho decidiu prestar vestibular para Sociologia porque seus colegas 
do segundo grau cobravam dele uma postura definida em relação à política. Certamente, todos 
achavam que os roqueiros eram alienados. No entanto, Dinho foi reprovado e desistiu da faculdade. Então, a música virou uma 'necessidade vital' para passar o tempo em Brasília, cidade que odiava. 
Mais tarde, passou a gostar do lugar e não queria mais sair de lá. Namorou Helena, irmã de Flávio e Fê, 
e frequentou muito a casa deles, onde eram realizados os ensaios do Aborto Elétrico. Dinho era tão fanático que, não só ía aos shows, como também gravava todos os ensaios da banda em fitas cassete. Quando começou a tocar no Capital, aos 19 anos, em maio de 1983, seus pais estavam no exterior e achavam que ele só estudava. Só souberam que ele tinha se tornado músico quando já estava fazendo sucesso com a banda. Após dez anos no Capital Inicial, Dinho deixou a banda e gravou dois CDs: um com o "Vertigo" (1994) e o solo "Dinho Ouro Preto" (1995); os dois, pela Rock It! de Dado Villa-Lobos). Agora retorna para aplacar a ânsia dos fãs que estavam sedentos por um rock de qualidade no cenário nacional.

Dinho Ouro Preto

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Ex-Integrantes


Nome: Antônio Marcos Lopes de Souza 


Nome Artistico: Loro Jones 
Loro nasceu em 19/10/61, no Rio de Janeiro. Mas, mudou-se bem garoto para Brasília, quando seu pai - que era soldado do Corpo de Bombeiros - foi transferido. Era chamado de 'Diabo Louro' por causa das molecagens que fazia: colocava corujas nas mesas das professoras para assustá-las e quebrava vidraças. Depois virou 'Loro'. E, como ele gostava do trabalho de Steve Jones, incorporou 'Jones' ao seu sobrenome. 
O avô de Loro tocava e construía instrumentos musicais. O pai o apoiava mas não tinha dinheiro para bancar sua paixão pela música. A mãe acabou vendendo uma máquina de costura para comprar a primeira guitarra para ele. 
A maior paixão de Loro são as motos e os carros. Atualmente, tem uma Harley Davison. Houve um tempo em que ele trocava de carro com muita facilidade. Já arrematou, num leilão, um Landau que pertenceu ao ex-presidente João Goulart. 
O guitarrista do Capital conta que quando Flávio e Fê voltaram da Inglaterra, com discos dos Ramones, The Cure, Jam e The Clash na bagagem todo mundo se reunia para ouvir aquele rock. A tribo punk da primeira geração incluia umas dez bandas - que foram se modificando com o tempo, mas bebia na mesma fonte criativa.   


Nome: Bozzo Barretti
Data de Nascimento: N/A
Signo: N/A
Altura: 1.73m
Local de Nascimento: São Paulo - SP
Curiosidades (Ex-Tecladista):
Sendo produtor e também tecladista no primeiro disco do Capital Inicial, nada mais obvio do que fazê-lo parte do grupo. Bozzo era o único "letrado" em música no Capital Inicial. Responsável em grande parte pelo som que o Capital tocou nos anos '80. 
Bozzo foi convidado a integrar a banda de Arrigo Barnabé ao mesmo tempo que ele estava começando a tocar no Capital Inicial, não é preciso nem dizer qual ele escolheu. Bozzo tocou no Capital Inicial até 1992. Sendo o mais velho deles e também por causa da direção musical que a banda tomava no momento ele saiu da banda. 
Foi produtor de várias bandas, incluindo o disco da Banda Rúcula com o Murilo Lima, que um dia se tornaria o vocalista do Capital Incial, que ele produziu quando ainda estava no Capital Inicial.

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Nome: Murilo Lima
Data de Nascimento: 1969
Signo: N/A
Local de Nascimento: Santos - SP
Curiosidades (Ex-Vocalista): 
Apresenta-se na noite paulistana desde 1988, aproximadamente. Nessa época, Murilo Lima e André Luiz chegaram a apresentar-se juntos, várias vezes, apresentando de forma acústica (é, muito antes da "febre" do unplugged), boa parte do repertório do U2 (É, também ainda não havia a Banda U2 Cover, com a qual Murilo Lima chegou a dar inúmeras "canjas", inclusive. Valeu galera!!!).
Em 1991, teve sua primeira participação em disco - ainda era vinil! - com a Banda RÚCULA, pela RGE. O projeto acabou durando pouco e, pouco depois dessa gravação, Murilo Lima foi convidado a integrar o CAPITAL INICIAL que, após a saída de Dinho para carreira solo, estava à procura de um vocalista. O disco da Banda Rúcula foi produzido por Bozo Barretti, então tecladista do Capital Inicial, que acabou fazendo o convite a Murilo Lima para que integrasse o Capital Inicial. O convite foi aceito e, desde 1992 até o começo de 1998, Murilo Lima foi o vocalista do Capital Inicial, onde fez inúmeros shows por todo o Brasil.
Hoje, Murilo Lima está trabalhando naquele que será seu primeiro trabalho solo, composto por regravações de músicas que já fizeram a cabeça de muita gente e que andavam "na gaveta" há tempos. Arranjos com violões, fretless e percussão.

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Nome: Heloísa Helena Ustárroz Teixeira 
Data de Nascimento: 1963 
Signo: Aquário 
Time: Botafogo 
Local de Nascimento: Rio de Janeiro - RJ 
Curiosidades (Ex-Vocalista): 
História contada pela Heloísa... 
"Aliás, não era só vocalista, era guitarrista e compositora e muitos sucessos que lançaram anos depois de minha saída teve a minha participação e foi cuidadosamente omitida. 
Informo ao amigo que me apresentei com a banda em várias exibições, inclusive na cidade de Unaí, que foi um vexame, pois viajamos mais de 300 quilômetros de ida e volta para tocar para umas vinte criaturas." 
Fui fundadora do conjunto e ajudei a escolher o nome que inicialmente eles queriam que fosse Aborto Elétrico.
A verdade que deve ser dita é que não sou gaúcha e sim carioca e torcedora do Botafogo, sou aquariana e nasci em 1963 e a minha saída do grupo se deu por outro motivo.
Faríamos uma série de shows na ABO e o Fê quebrou o pé. Precisávamos de um baterista para substituí-lo e contra minha vontade contrataram um cara que não era do rock e sim do sambão. Foi um fiasco e depois da estréia o teatro ficou às moscas. Grande prejuízo.
Decidiram que devíamos nos cotizar para pagar as dívidas. Disse que não contribuiria porque não concordei como lance e não tinha dinheiro. Aí sugeriram que vendesse as roupas transadas, que minha avó mandava de presente das lojas do Arpoador,como A K&K. Disse que era fora de cogitação e então "confiscaram" minha guitarra e meu amplificador e disseram que iam vendê-los. Gesto autoritário e covarde contra uma moça.
Fui embora e nunca mais voltei aos ensaios. O que meu pai fez e o fez por ser meu pai e não por ser coronel do Exército, fato que muito me orgulha, foi buscar os meus equipamentos e isso qualquer pai digno faria.
Não quero mal aos ex-amigos e desejo que seja, felizes como conjunto e que tenham muito mais sucesso do que já tiveram, mas apenas desejo que a verdade seja restabelecida, pois numa época em que procuramos resgatar a dignidade do Brasil é inaceitável a mentira e a calúnia gratuitas.